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Jacó Horn: "Castanheira é o melhor lugar pra se viver!"

   20/01/2018
Fonte: Agecom   

Impossível qualquer menção ao setor de tributos da Prefeitura Municipal de Castanheira sem ligá-lo a Jacó Bertolino Horn. Catarinense de Iraciminha, este simpático filho dos descendentes alemães Bertolino Horn e Zulmira Tempas Horn, trabalhou em todas as gestões do município, depois de quase sete anos de atuação no extinto Banco Bamerindus, nos áureos tempos da Rezzieri.

 

Com os nove irmãos e os pais, chegou ainda “guri”, como gostam de dizer as pessoas do sul, a região. Castanheira ainda era distrito de Juína e as casas no setor urbano podiam ser contadas nos dedos. Era início da década de oitenta, do século passado, quando o pai, indenizado pela Itaipu, no Paraná, resolveu mudar-se para Mato Grosso, estimulado por um projeto da extinta Companhia de Desenvolvimento de Mato Grosso, CODEMAT.

 

Em Castanheira, juntamente com os irmãos, viveu todo o ciclo escolar, concluindo o ensino médio na Escola Maria Quitéria.  Hoje é um dos cinco que ainda residem na região. Dos pais, falecidos, aprendeu que o pequeno município do noroeste era o melhor lugar para se viver. De Castanheira, só elogios. De bom, destaca a vocação do castanheirense para vínculos amistosos. De queixa, apenas a necessidade de uma cultura de mais cuidado com a limpeza urbana, algo que, ao seu ver, se reflete na qualidade de vida.

 

Trabalhando no setor de tributos desde 1993, quando o Dr. Jorge Luiz Arcos era prefeito, define a capacidade de entendimento como a maior virtude a ser buscada por todos que trabalham em equipe. Nisto é especialista, pois nunca teve problemas de relacionamento com funcionários de confiança de todos os gestores que estiveram à frente do executivo. De gostos pessoais, singulariza as paixões pelo Internacional, de Porto Alegre, no futebol, um bom churrasco quando o assunto é culinária e o chimarrão quando é bebida.

 

Com tanta experiência acumulada na prática de lidar com o público, deixa como conselhos aos mais jovens, que almejam a estabilidade no serviço público, a importância do respeito, o foco no trabalho e a dedicação. E como num texto biográfico não pode faltar alguma referência ao núcleo familiar hoje mais próximo, Jacó é casado com Veronilda Alt Horn, natural  de Cunhaporã, Santa Catarina. Conheceu sua cara metade, com a qual desfruta da alegria de ser pai de Bianca Gabrielli Alt Horn, numa das viagens que fez ao seu Estado natal. Casaram-se no dia 4 de julho de 1996.

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