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Rogério Graeff: "Sempre sonhei ser mecânico!"

   17/02/2018
Fonte: Agecom   

Um dos mais antigos funcionários da Prefeitura Municipal de Castanheira na ativa, Rogério Pedro Graeff, 46, paranaense de Dois Vizinhos, é dos tempos do Entrocamento, onde as vias que demandavam a Fontanillas e Juína se encontravam e havia um Posto Fiscal, onde o “Seo” Marciano, popular Piauí, genitor do José Albino, controlava a entrada e saída dos viajantes utilizando-se de um correntão como instrumento de averiguação.  O distrito de Fontanillas reserva um capítulo importante em sua história, pois residiu por lá depois da morte da mãe, Enedir Graeff.


Na medida em que compartilha sua vida, Rogério cita o pai, também falecido, com muito carinho. “Era um homem muito correto, de costumes rígidos e um ótimo cozinheiro” , destaca, lembrando que Rene José Graeff teve que assumir o comando do lar e o duplo papel por algum tempo, até que uma terceira personagem importante, Antonina Dal Ponte, enfermeira, que entrou para a família. “Foi outra referência positiva para mim e os outros três irmãos (Romário, Rui e Renato), cuidando de todos com muita atenção”.

 

No comando da Oficina da Prefeitura, desde muito jovem sonhava ser mecânico. Entrou na Madeireira Rezieri, onde trabalhou por dez anos, com o foco em aprender. No início de sua segunda gestão, a prefeita Zilda Stangherlin o convidou para o trabalho. Foi funcionário de todos os prefeitos do município, dos quais fala com profundo respeito. Da atual gestora, Mabel de Fátima Milanezi, destaca o incentivo que tem recebido para ir além na sua vida profissional. “Foi ela que me deu o impulso que precisava para voltar a estudar, vinte e cinco anos depois de concluir o ensino médio na Escola Maria Quitéria; hoje faço gestão pública, na Fael”.

 

Homem de família, casou-se com a gaúcha Neuza Tech Graeff. Da união nasceram os filhos Lucas, hoje estudando no IFMT, em Juína, e o caçula Igor, de 10 anos. De gosto simples, se contenta com um bom prato de arroz, feijão e bife, desde que com pouca dosagem de alho e nenhuma de cebola. É católico, devoto de N. S. Aparecida, tendo visitado a cidade que referencia essa fé, no interior de São Paulo,  duas  vezes. “Quero levar meus filhos para conhecer lá”, ressalta. Futebolisticamente é meio solitário por aqui, pois torce para o Fluminense.

 

Do trabalho, Rogério destaca o companheirismo da equipe e uma medida da atual gestão que tem facilitado seu trabalho.   Trata-se da política de sempre comprar material de primeira qualidade para o setor, o que tem reduzido substancialmente os prejuízos com reparos. Da cidade, onde chegou quando ainda criança, gosta da simplicidade, solidariedade e do laço de amizades. “Dou graças a Deus, porque tudo o que preciso para viver bem, tenho aqui, amo essa terra!”.                                                           

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